“Não somos pessimistas sobre o Brasil. O investimento da Telefónica é de longuíssimo prazo”

:: El Pais em 18/06/2017 12:41 ::

José María Álvarez-Pallete (Madri, 1963) passou os últimos dias dando os retoques na sua tese de doutorado, que fala sobre Big Data aplicado aos fluxos da balança de pagamentos. A ruptura digital tornou-se a paixão e a obsessão do presidente da Telefónica. Tuiteiro insaciável, maratonista convicto, guardião de sua privacidade, Álvarez-Pallete está acostumado a enfrentar os grandes desafios. Esteve muito próximo do processo de integração da Espanha à União Europeia, porque seu pai, inspetor de alfândega, fez parte da equipe que interveio nas negociações, o que provocou sua mudança para Bruxelas durante um tempo, quando completou sua formação e onde trabalhou sua percepção sobre as relações internacionais e o papel que a Espanha deve exercer nelas.

De volta para casa, entrou em contato com o mundo financeiro, até que, em meados da década de noventa, incorporou-se ao grupo Cemex, no qual teve que lidar, na sua filial espanhola Valenciana de Cementos, com uma depreciação cambial. Outra desvalorização o levou, também pela Cemex, à convulsionada Indonésia de Suharto. E foi em Jacarta, e como consequência de outra tormenta cambial, onde ele entrou em contato com a Telefónica, empresa onde trabalha desde 1999. A partir de então, foi encarregado de diversas áreas do grupo – especialmente na América Latina, território que conhece com perfeição -, até que, em 2012, foi nomeado diretor-executivo e, quatro anos depois, em 8 de abril de 2016, presidente-executivo. Agora, pouco mais de um ano depois, Álvarez-Pallete concede ao EL PAÍS a sua primeira entrevista.

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