O juiz que entregou ao maligno a alma de magistrado, por Alvaro Augusto Ribeiro Costa

:: GGN em 16/07/2017 13:04 ::

Categoria:

Justiça

justica_crop_pixabay.jpg

Foto: Pixabay

por Álvaro Augusto Ribeiro Costa

Condenado a condenar, condenou…

e condenou-se

Julgamento ou farsa? Quando o julgamento do acusado termina, começa o julgamento do próprio julgamento e do julgador.

Não estou me referindo, por enquanto, a uma sentença condenatória há muito tempo anunciada e esperada desde quando lançado aos quatro ventos o nome do acusado, antes mesmo que fosse alardeado o crime a ser imputado e de formalmente (embora ineptamente) apresentada uma acusação.

Não! Estou falando, ainda, de uma novela diariamente apresentada pela televisão, o rádio, o jornal e a internet e replicada nas ruas, casas, ambientes de trabalho e muitos outros lugares.

Uma novela tão medíocre e inverossímil quanto o roteiro e os personagens, mas tão ao gosto de uma enorme e “aglobalhada” audiência, multiplicada em torcidas e apoiadores, claques organizadas ou desorganizadas, unidas na expectativa da proclamação do final: a condenação do mal pelo bem, a consagração gloriosa dos mocinhos e a definitiva execração do inimigo escolhido.

leia mais

Clique aqui para ver esta matéria na fonte original.

Anúncios