A “reorganização silenciosa” das escolas estaduais não passará, por Maria Izabel Azevedo Noronh a

:: GGN em 11/08/2017 15:41 ::

Categoria:

Crise

Foto Laura Viana/Brasil de Fato10-12-15_ato-secunda-sp-laura-viana-01.jpg

A “reorganização silenciosa” das escolas estaduais não passará

por Maria Izabel Azevedo Noronha

No segundo semestre de 2015, após a mais longa greve dos professores, que durou 92 dias, o Governo do Estado de São Paulo decidiu “reorganizar” a rede estadual de ensino, anunciando o fechamento de 94 escolas e desmembramentos em outras 754 unidades, com fechamentos de classes e remanejamentos de estudantes.

Muitas crianças e jovens seriam excluídos da vida escolar.

O governo foi fragorosamente derrotado pela mobilização conjunta dos professores, estudantes, pais e movimentos sociais. Houve manifestações organizadas pela APEOESP desde o momento em que o então Secretário Herman Voorwald anunciou o projeto e, mais tarde, ocupações das escolas envolvendo milhares de estudantes e também professores e outros movimentos. Como resultado de todo esse processo, o Secretário da Educação foi exonerado.

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